VEDADA GRAVAÇÃO DE PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS PARA FINS DE AUDITORIA

Mauro Luiz de Britto Ribeiro, Lucio Flavio Gonzaga Silva

Resumo


Médico encaminhou correspondência eletrônica ao CFM relatando sua condição de médico auditor de operadora de saúde suplementar, bem como supostos problemas enfrentados com o uso de órteses, próteses e materiais especiais (OPMEs).

Informa que “muitas vezes os fornecedores destes materiais tentam cobrar materiais diferentes dos autorizados, seja em modelo ou em quantidade, argumentando que no ato operatório houve a necessidade de modificação”.

Aventa, então, e indaga acerca da eticidade de “se colocarem câmeras na sala cirúrgica do hospital próprio da operadora de saúde, focadas exclusivamente no campo operatório, para se tentar melhor análise do ocorrido no ato cirúrgico”, sem o consentimento formal específico do médico assistente.

A partir desse questionamento, desenvolve outros tantos que pressupõem a possibilidade da referida gravação.


Palavras-chave


Cirurgia, filmagem, auditoria, privacidade, materiais de implante

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